Aí que menina Carol, que tanto bateu o pé e disse não, agora aparece por aí, trend topics e o escambau, como veio ao mundo, aos olhos desse mesmo mundo. Isso prova que ela é de verdade (tá, eu a vi numa padaria um dia, mas foi por acaso, e ela ainda estava em Malhação, eu acho) e ainda suscita uma discussão que tem acalorado mesas de bar e alcovas mundo afora. Como manter a "mocinha" bonita?
Eu sou um caboclo véio, old school até a tampa, que gosta do artigo como um todo, sem se deixar levar pelas veleidades da moda. Gosto é do conteúdo, não da embalagem. Pode vir bigodim de ditador, piso frio, carpete, até grama alta que a gente, criado que foi sem muita luxeza, encara.
Aí ficamos nós, que, apesar de meio machistas por criação e têmpera, a pensar nas ex-costelas. Além de se preocuparem com o que vestir e com balança (coisas que mais afetam a elas mesmas e suas amigas que a nós, machos), ainda têm de se ver às voltas com o penteado das 'amiguinhas'. Preocupam-se se o distinto namorado vai gostar é peladinho, peludinho ou meio termo, se aparado à francesa, brasileira ou aborígene.
Aí, saio eu, do barril de chope que chamo de morada e venho dar um conselho a todas vocês, meninas, moças, mulheres, donzelas ou não: Não se preocupem com o penteado, isso é o de menos. Do jeito que tenho visto o mundo através das vidraças do bar, preocupem-se é se o amado gosta do objeto que se penteia. Que se ele gostar (mesmo) da mocinha, o que ela usa no cabelo (ou falta dele) vai passar despercebido.
Vai por mim, neguinha, vai por mim.
sábado, maio 05, 2012
sexta-feira, janeiro 13, 2012
Pra quê???
Dia desses esbarramos por aí com um amigo de longa data. Aproveitamos a desculpa e paramos pr'aquele chopinho de leve. Nisso, o amigo, que nos conhece desde que a gente não bebia e nem usava barba, resolve nos pedir um conselho. E logo sobre mulher! Como se a gente fosse alguém capaz de aconselhar e se fosse possível conselho sobre mulher valer de algo. Mas como o tal amigo é amigo mesmo, deixamos ele falar.
E como ele falou! Despejou lamúria por uns bons dois ou três chopes. Não vou ficar reproduzindo aqui os queixumes pra não cansar a mocinha que me lê, vou logo no resumo:
O lance é que ele tava enrabichado por uma amiguinha nossa - Como? Não, o amiguinha não tem nada a ver com esporte de alcova. Ela é só amiga mesmo, o diminutivo é por causa do modelo da moça, que veio ao mundo quase que em tamanho 'amostra grátis'.
Mas... voltando ao amigo. O coitado estava meio preocupado com a fama da mocinha, que, antes de se enrabichar por ele. Vai manjando só a complicação: além dele estar na dela, ela estava na dele e ele todo encucado. Porque? Simples... é que antes deles dois se acertarem, ela era meio que... como direi... assim meio 'dadivosa', agindo que nem homem quando tá na pista, pegando quem queria e quando queria, inclusive tendo jogado um parente dele no chapisco. Coisa que esse amigo nosso, que é meio puxado pro lado careta da vida, achava meio pesado demais pra segurar a rebordosa sozinho.
Depois de ouvir o camarada despejar toda sua preocupação, nós, que somos um cara legal, tentamos dar algum conselho válido:
- Vem cá, tudo bem que ela era meio animadinha antes... mas depois que colou com você, ela parou e tá só contigo?
- Po, Feio... até onde sei, tá sim.
- Então desencana, meu filho... se elas começarem a fazer o mesmo e passarem a regular por causa daquelas que a gente pegou antes delas, o mundo pára de procriar em dois tempos. Além do mais, mulher é que nem motel: é muito legal, mas se você ficar pensando no que aconteceu antes de ser sua vez de estar ali, cê num passa nem na porta!
E como ele falou! Despejou lamúria por uns bons dois ou três chopes. Não vou ficar reproduzindo aqui os queixumes pra não cansar a mocinha que me lê, vou logo no resumo:
O lance é que ele tava enrabichado por uma amiguinha nossa - Como? Não, o amiguinha não tem nada a ver com esporte de alcova. Ela é só amiga mesmo, o diminutivo é por causa do modelo da moça, que veio ao mundo quase que em tamanho 'amostra grátis'.
Mas... voltando ao amigo. O coitado estava meio preocupado com a fama da mocinha, que, antes de se enrabichar por ele. Vai manjando só a complicação: além dele estar na dela, ela estava na dele e ele todo encucado. Porque? Simples... é que antes deles dois se acertarem, ela era meio que... como direi... assim meio 'dadivosa', agindo que nem homem quando tá na pista, pegando quem queria e quando queria, inclusive tendo jogado um parente dele no chapisco. Coisa que esse amigo nosso, que é meio puxado pro lado careta da vida, achava meio pesado demais pra segurar a rebordosa sozinho.
Depois de ouvir o camarada despejar toda sua preocupação, nós, que somos um cara legal, tentamos dar algum conselho válido:
- Vem cá, tudo bem que ela era meio animadinha antes... mas depois que colou com você, ela parou e tá só contigo?
- Po, Feio... até onde sei, tá sim.
- Então desencana, meu filho... se elas começarem a fazer o mesmo e passarem a regular por causa daquelas que a gente pegou antes delas, o mundo pára de procriar em dois tempos. Além do mais, mulher é que nem motel: é muito legal, mas se você ficar pensando no que aconteceu antes de ser sua vez de estar ali, cê num passa nem na porta!
quarta-feira, janeiro 11, 2012
Quem tá na chuva...
Sim, eu sei, não ajeitei os comentários antigos ainda, isso aqui tá uma zona, mas devagar com o andor que nós somos um só e temos pouco tempo... nesse meio do caminho, vai uma modernidade... um post com vídeo!
Aqui no trabalho, minha equipe só tem pilantra. Galera gente boa, mas que não vale nada...
Aí que um dia desses, um amigo manda um email pra turma toda, no email, o link do vídeo abaixo. Pode ver, minha amiga, que isso aqui (ainda) é um blog de respeito.
Aí que todo mundo viu e se escangalhou de rir. Nisso, um dos colegas, um negão de quase dois metros de altura, resolve conferir o motivo das risadas. Quando ele abre o vídeo, chega na baia dele um rapaz de outro setor, para pedir informação. Acontece que o tal rapaz é daquela opção que tá a caminho de virar obrigação, e começa a arregalar os olhos com o conteúdo das imagens. E o nosso amigo negão meio que no constrangido com a presença do alegre rapazote, que não resiste e, numa sinceridade comovente, sapeca essa, já com a mão no ombro do nosso amigo afrodescendente e de voz melosa.
- É seu sósia no comercial, é?
quarta-feira, janeiro 04, 2012
De primeira
Que atualmente a mulherada anda jogando no 'abafa', todo mundo já tá careca de saber. Até eu, que ando no aposentado já me toquei disso. O lance é que pelo visto, tá ficando cada vez mais brigado esse jogo.
Esses dias fui tomar umas canjebrinas com um grupo de amigas. Sim, eu tenho amigas e as respeito, a despeito do que rezam as lendas a meu respeito. Pois bem, ficamos lá bebendo e eu fui ficando até o final. E cês sabem que final de noite é que nem campo de batalha, só sobram os fortes e os que pegam qualquer carniça. Como visto a camisa do primeiro time, fiquei até a saideira, hora em que a turma começa a ficar meio que no indiscreto.
Nessa de ficar de trava solta, quando o assunto descambou pro lance da mulher dar na primeira noite, uma amiga sapecou, sem nem molhar o bico:
- Eu? Já foi tempo que eu ficava regulando. Se eu acho um homem que gosta de mulher e ele quer me levar pra cama, vou amarradona. Mesmo que ele suma no dia seguinte, pelo menos garanti umazinha!
Esses dias fui tomar umas canjebrinas com um grupo de amigas. Sim, eu tenho amigas e as respeito, a despeito do que rezam as lendas a meu respeito. Pois bem, ficamos lá bebendo e eu fui ficando até o final. E cês sabem que final de noite é que nem campo de batalha, só sobram os fortes e os que pegam qualquer carniça. Como visto a camisa do primeiro time, fiquei até a saideira, hora em que a turma começa a ficar meio que no indiscreto.
Nessa de ficar de trava solta, quando o assunto descambou pro lance da mulher dar na primeira noite, uma amiga sapecou, sem nem molhar o bico:
- Eu? Já foi tempo que eu ficava regulando. Se eu acho um homem que gosta de mulher e ele quer me levar pra cama, vou amarradona. Mesmo que ele suma no dia seguinte, pelo menos garanti umazinha!
segunda-feira, janeiro 02, 2012
Pra começar tudo de novo
Começando o ano na vibe!
Cara de Cruel
Bezerra da Silva
Blusão por fora da calça
Bico do sapato olhando pro céu
Lá vai o malandro com a cara de cruel (mas que papel)
Mas não é de nada
Nada, nada, noves fora nada
A onda dele é somente disparate
Quantas vezes vi
Ele levando bolacha da rapaziada da swat
Quantas vezes vi
Ele levando bolacha da rapaziada da swat
Blusão por fora da calça
Bico da jangada olhando pro céu
Lá vai o malandro com a cara de crul ( mas que papel )
quer saber como é? olhaquió
Começando o ano na vibe!
Cara de Cruel
Bezerra da Silva
Blusão por fora da calça
Bico do sapato olhando pro céu
Lá vai o malandro com a cara de cruel (mas que papel)
Mas não é de nada
Nada, nada, noves fora nada
A onda dele é somente disparate
Quantas vezes vi
Ele levando bolacha da rapaziada da swat
Quantas vezes vi
Ele levando bolacha da rapaziada da swat
Blusão por fora da calça
Bico da jangada olhando pro céu
Lá vai o malandro com a cara de crul ( mas que papel )
quer saber como é? olhaquió
quinta-feira, maio 24, 2007
domingo, abril 29, 2007
quarta-feira, abril 25, 2007
Relacionamentos & Empregos
Há muito tempo atrás, uma amiga comentava que preferia ser diarista do amor a ter a carteira do coração assinada. Pra ela, era mais divertido ter relacionamentos esporádicos a cair de cabeça num namoro estável. A favor ou não, é uma escolha que temos a fazer. Ser diarista do amor implica não saber se teremos carinho e cumplicidade quando precisarmos, mas também evitamos ter de compartilhar nossa solidão em momentos em que ela nos é benéfica. Ter com quem fazer compras ou esquentar os pés sob o edredon é algo muito bom, mas deixar a louça por lavar e a roupa no chão do quarto também podem vir a ter seu valor. Isso sem contar a aventura de ser frila num relacionento, enquanto sabemos que enquanto alguns preferem bater ponto de carinho todo dia, outros querem mesmo é um relacionamento empreguinho público, incluindo aí cumprir horário e ter uma rotina tão emocionante quanto trajeto de elevador. São escolhas, cada um tem seu momento carteira assinada, emprego público ou diarista. Esses momentos nos fazem igualmente felizes e infelizes a seu modo, já que nunca estamos satisfeitos com nada e, ás vezes, com ninguém.Tanto que temos diaristas que se dividem entre dois ou mais expedientes, e empregados e funcionários que, ás vezes, fazem trabalhinhos extras pra completmentar a renda afetiva.
Olhando um pouco mais... temos ainda os desempregados, sozinhos crônicos, que batem de porta em porta, às vezes querendo qualquer migalha. E os consultores, diaristas de luxo, que sequer procuram "trabalho", pois este vai até eles, lembrem-se que nem sempre esses "consultores" abdicam da carteira assinada ou do emprego público que lhes garante a tranquilidade (ou não) emocional. E os workaholics sentimentais? Que amam e desamam num piscar de olhos, com seus celulares e emails e laptops e pagers que nunca páram, buscando a cada esquina uma nova realização no trabalhoso campo do amor?
E, quando finalmente descansam, esses pobres corações, atingindo a plenitude da aliança ou da união estável, vem uma nova perspectiva... a situação já está resolvida, porém... aposentar-se? E ter a tranqüilidade do dia-a-dia feliz? Alguns preferem continuar trabalhando, arrumam um segundo emprego. Outros se reservam o direito de cuidar da casa, das flores e da harmonia do lar. Existem aqueles também, que, apesar de toda tranqüilidade, de quando em quando, vêem bater á porta uma oportunidade de um novo trabalho, um extra, dependendo... até aceitam.
Não podemos esquecer os que, após uma vida de perçalços, se tornam inativos após a conquista da aliança. Pra esses, a minguada pensão no final do mês, após a interminável fila pedindo pela migalhinha de carinho mensal já está até de bom tamanho.
E você? Qual seu regime de trabalho?
Há muito tempo atrás, uma amiga comentava que preferia ser diarista do amor a ter a carteira do coração assinada. Pra ela, era mais divertido ter relacionamentos esporádicos a cair de cabeça num namoro estável. A favor ou não, é uma escolha que temos a fazer. Ser diarista do amor implica não saber se teremos carinho e cumplicidade quando precisarmos, mas também evitamos ter de compartilhar nossa solidão em momentos em que ela nos é benéfica. Ter com quem fazer compras ou esquentar os pés sob o edredon é algo muito bom, mas deixar a louça por lavar e a roupa no chão do quarto também podem vir a ter seu valor. Isso sem contar a aventura de ser frila num relacionento, enquanto sabemos que enquanto alguns preferem bater ponto de carinho todo dia, outros querem mesmo é um relacionamento empreguinho público, incluindo aí cumprir horário e ter uma rotina tão emocionante quanto trajeto de elevador. São escolhas, cada um tem seu momento carteira assinada, emprego público ou diarista. Esses momentos nos fazem igualmente felizes e infelizes a seu modo, já que nunca estamos satisfeitos com nada e, ás vezes, com ninguém.Tanto que temos diaristas que se dividem entre dois ou mais expedientes, e empregados e funcionários que, ás vezes, fazem trabalhinhos extras pra completmentar a renda afetiva.
Olhando um pouco mais... temos ainda os desempregados, sozinhos crônicos, que batem de porta em porta, às vezes querendo qualquer migalha. E os consultores, diaristas de luxo, que sequer procuram "trabalho", pois este vai até eles, lembrem-se que nem sempre esses "consultores" abdicam da carteira assinada ou do emprego público que lhes garante a tranquilidade (ou não) emocional. E os workaholics sentimentais? Que amam e desamam num piscar de olhos, com seus celulares e emails e laptops e pagers que nunca páram, buscando a cada esquina uma nova realização no trabalhoso campo do amor?
E, quando finalmente descansam, esses pobres corações, atingindo a plenitude da aliança ou da união estável, vem uma nova perspectiva... a situação já está resolvida, porém... aposentar-se? E ter a tranqüilidade do dia-a-dia feliz? Alguns preferem continuar trabalhando, arrumam um segundo emprego. Outros se reservam o direito de cuidar da casa, das flores e da harmonia do lar. Existem aqueles também, que, apesar de toda tranqüilidade, de quando em quando, vêem bater á porta uma oportunidade de um novo trabalho, um extra, dependendo... até aceitam.
Não podemos esquecer os que, após uma vida de perçalços, se tornam inativos após a conquista da aliança. Pra esses, a minguada pensão no final do mês, após a interminável fila pedindo pela migalhinha de carinho mensal já está até de bom tamanho.
E você? Qual seu regime de trabalho?
quinta-feira, abril 12, 2007
quarta-feira, abril 11, 2007
terça-feira, abril 03, 2007
Tá, eu admito...
...depois de ver as fotos da Analy no Paparazzo, eu concordo que ela é muuuuuito fraquinha (eu sempre achei ela interessante, de vozinha chata, mas interessante), o que não invalidaria uma chapuletada, caso ela parasse na minha reta (em outros tempos, ok? pq agora tou aposentado dessas calhordices e cafajestagens)
...depois de ver as fotos da Analy no Paparazzo, eu concordo que ela é muuuuuito fraquinha (eu sempre achei ela interessante, de vozinha chata, mas interessante), o que não invalidaria uma chapuletada, caso ela parasse na minha reta (em outros tempos, ok? pq agora tou aposentado dessas calhordices e cafajestagens)
sexta-feira, março 30, 2007
Eu tive um sonho
Já tava achando que era uma daquelas baboseiras de um mundo melhor, né? Tolinhaaaaa
Eu tive foi um pesadelo daqueles.
Tirando os gatos e os cabritos (e as crianças) que cruzaram o sonho todo, ainda teve um requinte de crueldade nesse pesadelo que me fez acordar suando frio.
Estava eu em casa, prestes a viajar, quando um amigo papudinho chega dizendo que ia fazer uma festa pra me despedir. Abro a geladeira e reclamo q, como é q ele teve essa idéia de jerico, já q só tenho meia dúzia de 'ampola'?
Ele diz q o q eu tenho é só pro 'esquente', q depois o pessoal traz mais. Já q, "já que la tá, deixa que lá teje", resolvo abrir uma pra iniciar os trabalhos.
Qual não foi minha surpresa ao ver que a cerveja estava com a tampa intacta, mas quebrada no fundo, dando a impressão de estar cheia e estar vazia!
E o desespero de ir puxando garrafa após garrafa e só ver garrafas quebradas?
AHHHHHHHHHHHHHHHH
Acordei suando frio... fui na padaria e pedi uma latinha... pra ver se espantava o mau-olhado...
Sonho assim nenhum cidadão merece, valha-me Deus...
Já tava achando que era uma daquelas baboseiras de um mundo melhor, né? Tolinhaaaaa
Eu tive foi um pesadelo daqueles.
Tirando os gatos e os cabritos (e as crianças) que cruzaram o sonho todo, ainda teve um requinte de crueldade nesse pesadelo que me fez acordar suando frio.
Estava eu em casa, prestes a viajar, quando um amigo papudinho chega dizendo que ia fazer uma festa pra me despedir. Abro a geladeira e reclamo q, como é q ele teve essa idéia de jerico, já q só tenho meia dúzia de 'ampola'?
Ele diz q o q eu tenho é só pro 'esquente', q depois o pessoal traz mais. Já q, "já que la tá, deixa que lá teje", resolvo abrir uma pra iniciar os trabalhos.
Qual não foi minha surpresa ao ver que a cerveja estava com a tampa intacta, mas quebrada no fundo, dando a impressão de estar cheia e estar vazia!
E o desespero de ir puxando garrafa após garrafa e só ver garrafas quebradas?
AHHHHHHHHHHHHHHHH
Acordei suando frio... fui na padaria e pedi uma latinha... pra ver se espantava o mau-olhado...
Sonho assim nenhum cidadão merece, valha-me Deus...
segunda-feira, março 26, 2007
Seria cômico se não fosse trágico
Como bem colocou o pessoal do A Nova Corja, onde peguei o link... a síntese do Brasil...
Como bem colocou o pessoal do A Nova Corja, onde peguei o link... a síntese do Brasil...
terça-feira, março 20, 2007
Falando sério... sei lá... tem hora que cansa... tou num ótimo momento, bem no trampo, bem em casa, bem na rua, projetos caminhando... mas... sabe? Tá faltando alguma coisa.
Sei lá de verdade, falta algo... tem hora que acho que é falta de puxarem pelo meu precário intelecto. Pode parecer blasé, mas eu sinto falta de conversas meio esquisitas, de teorias estapafúrdias e de viagens mentais (movidas ou não a alteradores de percepção).
Ultimamente minha cabeça tem funcionado numa velocidade que me deixa feliz, movida porém apenas pelo meu próprio esforço, na maioria das vezes sou apenas eu e só eu dialogando comigo mesmo. Acho q isso tem me cansado, preciso de miolos, muitos miolos.
hmmmm...
Acho q vou beber alguma coisa sozinho esses dias nalgum boteco infecto pra ver se largo essa palhaçada de lado...
Sei lá de verdade, falta algo... tem hora que acho que é falta de puxarem pelo meu precário intelecto. Pode parecer blasé, mas eu sinto falta de conversas meio esquisitas, de teorias estapafúrdias e de viagens mentais (movidas ou não a alteradores de percepção).
Ultimamente minha cabeça tem funcionado numa velocidade que me deixa feliz, movida porém apenas pelo meu próprio esforço, na maioria das vezes sou apenas eu e só eu dialogando comigo mesmo. Acho q isso tem me cansado, preciso de miolos, muitos miolos.
hmmmm...
Acho q vou beber alguma coisa sozinho esses dias nalgum boteco infecto pra ver se largo essa palhaçada de lado...
terça-feira, março 13, 2007
segunda-feira, março 05, 2007
Dica do Garção
Terminei ontem "O Caçador de Pipas", simplesmente maravilhoso, aconselho a leitura.
Não sou de confiar apenas em resenhas sobre best sellers, mas esse é um livro muito bom, pungente até... tanto q li em pouco mais de 48 horas, da hora em q peguei até a hora em q coloquei de volta na estante.
Terminei ontem "O Caçador de Pipas", simplesmente maravilhoso, aconselho a leitura.
Não sou de confiar apenas em resenhas sobre best sellers, mas esse é um livro muito bom, pungente até... tanto q li em pouco mais de 48 horas, da hora em q peguei até a hora em q coloquei de volta na estante.
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